Equador — cacau Nacional (Arriba)
Este cacau Nacional amadureceu em Los Ríos, Equador, com favas colhidas e fermentadas por uma cooperativa de cacau Nacional. Em vez de cruzar o Atlântico num contêiner que superaquece e faz aflorar a manteiga de cacau, viajou à vela a bordo do Anemos, abaixo da linha de flutuação, à temperatura do mar — protegido das variações térmicas que apagam as notas florais do Arriba. A travessia evitou 260 kg de CO₂, medido e certificado pela Anemos: escaneie o código para conferir. Um cacau que chega como partiu — sem esquentar o planeta para chegar a você.
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Cacau Nacional do Equador, atravessou à vela, não num contêiner. 260 kg de CO₂ evitados, verificáveis.
Peru — cacau fino da Amazônia
Este cacau fino cresceu na borda da Amazônia, em San Martín, Peru, cultivado por uma cooperativa amazônica. Em vez de enfrentar um contêiner que condensa e mofa nos trópicos, viajou à vela a bordo do Artemis, abaixo da linha de flutuação, à temperatura do mar, em porão ventilado — protegido da umidade que estraga a fava. A travessia evitou 290 kg de CO₂, medido e certificado pela Anemos: escaneie o código para conferir. A finura amazônica, preservada até a sua oficina — sem esquentar o planeta.
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Cacau fino da Amazônia peruana, atravessou à vela. 290 kg de CO₂ evitados, verificáveis.
República Dominicana — cacau orgânico
Este cacau orgânico foi colhido em Duarte, República Dominicana, fermentado e seco ao sol por uma cooperativa orgânica. Em vez de cruzar o Atlântico num contêiner superaquecido, viajou à vela a bordo do Anemos, abaixo da linha de flutuação, à temperatura do mar — protegido das variações térmicas que embranquecem e cansam a fava. A travessia evitou 240 kg de CO₂, medido e certificado pela Anemos: escaneie o código para conferir. Um cacau orgânico intacto, da fava à barra — e o planeta poupado.
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Cacau orgânico da República Dominicana, atravessou à vela. 240 kg de CO₂ evitados, verificáveis.