Colômbia — café dos Andes
Este café cresceu em altitude em Huila, Colômbia, nas encostas andinas, lavado e seco por uma cooperativa de Huila. Em vez de cruzar o Atlântico num contêiner superaquecido, viajou à vela a bordo do Anemos, abaixo da linha de flutuação, à temperatura do mar — protegido das variações térmicas que apagam a acidez fina de um grão de altitude. A travessia é certificada pela Anemos: escaneie o código para conferir. Um café que chega como partiu — sem esquentar o planeta para chegar até você.
Rótulo / redes
Café dos Andes, atravessou à vela, não num contêiner. Travessia à vela, certificada pela Anemos e verificável.
Guatemala — café vulcânico
Este café amadureceu em solos vulcânicos de altitude, em Huehuetenango, Guatemala, cultivado por uma cooperativa de Huehuetenango. Em vez de enfrentar um contêiner que superaquece perto do equador, viajou à vela a bordo do Artemis, abaixo da linha de flutuação, à temperatura do mar, protegido da condensação que apaga os aromas. A travessia é certificada pela Anemos: escaneie o código para conferir. A riqueza do vulcão, preservada até a sua xícara — sem esquentar o planeta.
Rótulo / redes
Café vulcânico da Guatemala, atravessou à vela. Travessia à vela, certificada pela Anemos e verificável.
México — café de sombra
Este café cresceu à sombra, em altitude, em Chiapas, México, cultivado por uma cooperativa do Chiapas. Em vez de cruzar o Atlântico num contêiner superaquecido, viajou à vela a bordo do Anemos, abaixo da linha de flutuação, à temperatura do mar — protegido das variações térmicas que cansam um grão delicado. A travessia é certificada pela Anemos: escaneie o código para conferir. A suavidade de um café de sombra, intacta — e o planeta poupado.
Rótulo / redes
Café de sombra do México, atravessou à vela. Travessia à vela, certificada pela Anemos e verificável.